Cuidados com o celular

O Brasil tem mais smartphones do que pessoas. Quem cuida de tudo isso?

Quantos brasileiros têm celular? Android ou iPhone? Veja dados públicos e uma pesquisa interna sobre reparos, prazos e o papel da assistência técnica na rotina.

Redação 60 Minutos · Publicado em 21/10/2026 · Atualizado em 21/10/2026 · 8 min de leitura

Pessoa usando celular ao lado de um notebook. Imagem ilustrativa criada com IA.

Imagem ilustrativa criada com IA.

Você sairia de casa sem o carro ou sem o celular? A pergunta parece simples, mas ajuda a entender o espaço que esse aparelho ocupa na nossa vida. Transporte, pagamentos, trabalho, estudo e conversas cabem na mesma tela.

Quando o telefone para, parte da rotina precisa ser reorganizada. Para entender esse cenário, reunimos dados da FGV, do IBGE, do Statcounter e dois levantamentos internos da 60 Minutos. Cada fonte mede algo diferente, e essa diferença importa.

O Brasil tem mais smartphones do que habitantes?

Sim. A pesquisa do FGVcia divulgada em junho de 2025 estimou 272 milhões de smartphones em uso no país, aproximadamente 1,3 aparelho por habitante. O número inclui o uso doméstico e corporativo.

Essa conta descreve a quantidade de aparelhos. Uma pessoa pode usar mais de um telefone, enquanto outra pode não ter nenhum. Por isso, ela não deve ser lida como uma contagem de usuários. Fonte: FGVcia, Pesquisa Anual de 2025, indicada ao final.

Quantas pessoas têm celular no Brasil?

Segundo a PNAD Contínua TIC do IBGE, 167,5 milhões de pessoas com 10 anos ou mais tinham telefone celular para uso pessoal em 2024. Isso correspondia a 88,9% da população dessa faixa etária.

O dado do IBGE considera pessoas e telefone móvel para uso pessoal; o da FGV estima smartphones em uso. Além das diferenças de definição, os anos de referência são distintos. Os números ajudam a enxergar o tamanho da presença do celular, mas não devem ser somados. Fonte: IBGE, PNAD Contínua TIC 2024.

Android ou iPhone: qual aparece mais?

Na navegação móvel monitorada pelo Statcounter no Brasil em setembro de 2026, o Android respondeu por 78,78% das visualizações de páginas. O iOS, sistema do iPhone, ficou com 21,21%. Os demais sistemas somaram 0,01%.

Esses percentuais medem acessos a páginas dos sites acompanhados pelo serviço. Não são uma contagem de brasileiros, de aparelhos vendidos ou de todos os telefones existentes. Eles mostram a participação dos sistemas nesse recorte de uso da internet. Fontes: Statcounter Global Stats e sua metodologia.

Você sairia sem o carro ou sem o celular?

Na pesquisa interna on-line da 60 Minutos, realizada em 2026 com 5.000 participantes, 93% disseram preferir sair sem o carro a sair sem o celular.

O telefone permite pedir um motorista por aplicativo, fazer pagamentos, estudar, se entreter e se comunicar. Isso ajuda a entender por que ficar sem o aparelho pode ser tão inconveniente. O resultado descreve os entrevistados dessa pesquisa, sem representar necessariamente toda a população brasileira.

O que incomoda quem procura assistência técnica?

No mesmo levantamento, 78% dos entrevistados relataram insatisfação com as assistências utilizadas nos últimos 12 meses. A demora no conserto foi a principal queixa informada.

Para quem depende do celular, o prazo faz parte do atendimento. Explicar o diagnóstico, combinar uma previsão possível e avisar quando houver mudanças ajuda o cliente a organizar a vida enquanto espera. Rapidez precisa caminhar junto com qualidade e informação clara. Fonte: pesquisa interna da 60 Minutos, 2026.

A necessidade de reparo pode se repetir?

Entre os participantes, 71% disseram já ter consertado o telefone mais de duas vezes. A pergunta não estabelece um intervalo de tempo, nem demonstra que foi sempre o mesmo aparelho ou a mesma assistência.

O resultado mostra experiências anteriores com reparos dentro do grupo pesquisado. Não permite prever quantas vezes alguém voltará à loja, mas ajuda a lembrar que a relação com assistência pode acontecer em diferentes momentos da vida. Fonte: pesquisa interna da 60 Minutos, 2026.

O que levou 1.000 aparelhos ao conserto?

Em um levantamento separado, sobre 1.000 aparelhos consertados em 2026, a distribuição informada pela 60 Minutos foi:

54%: troca de tela ou bateria.

33%: contato com líquidos.

13%: outros motivos.

Tela e bateria, juntas, representaram mais da metade dos casos desse grupo. O levantamento não separa quanto corresponde a cada uma dessas duas peças. Também não significa que 33% de todos os celulares do Brasil molharam: a base aqui é formada por aparelhos que passaram por conserto.

O celular nem precisa cair para precisar de assistência

As quedas e o contato com líquidos não são as únicas razões para um reparo. A bateria perde capacidade com o tempo e o uso. A Apple explica que baterias recarregáveis são componentes consumíveis e têm vida útil limitada.

Mesmo um telefone bem cuidado pode chegar ao momento de precisar de uma bateria nova. Se o restante estiver em boas condições, uma avaliação pode indicar a substituição para prolongar seu uso.

É por isso que a bateria aparece nesta conversa sobre assistência: parte da procura vem do desgaste natural, além dos acidentes. Isso não significa que todo sintoma de descarga rápida seja defeito na peça. Fonte: Apple, documentação sobre bateria e desempenho do iPhone 11 e posteriores.

Até onde as pessoas iriam por um bom conserto?

Na pesquisa interna de 2026, 97% dos entrevistados disseram que aceitariam percorrer mais de 15 km para encontrar qualidade no reparo e rapidez na entrega.

É uma intenção declarada, não uma medição de deslocamentos realizados. Ainda assim, a resposta mostra o valor que esse grupo atribui à confiança e ao prazo na escolha de uma assistência. Fonte: pesquisa interna da 60 Minutos, com 5.000 participantes.

E os acessórios depois do reparo?

Segundo outro resultado interno informado pela 60 Minutos para 2026, 61% dos clientes que levaram o telefone para conserto compraram algum acessório, como capa, película ou carregador.

A base específica desse percentual não foi detalhada nesta publicação. Por isso, ele não foi associado automaticamente aos 5.000 entrevistados nem aos 1.000 aparelhos. Trata-se de um resultado interno informado pela empresa, sem projeção para o mercado nacional.

Na prática, o atendimento também pode ser uma oportunidade para orientar sobre proteção e acessórios compatíveis com a necessidade de cada pessoa.

O que esses dados dizem sobre assistência técnica?

Há muitos aparelhos em uso, pessoas que dependem deles e necessidades que surgem tanto por acidentes quanto pelo desgaste. Os levantamentos internos também apontam atenção ao prazo e à qualidade do atendimento.

Isso ajuda a entender a procura por assistência. O tamanho desse mercado, porém, não garante o resultado de uma loja. Preparo técnico, peças adequadas, organização, custos e confiança do cliente fazem parte do trabalho diário.

Perguntas frequentes

272 milhões de smartphones significa 272 milhões de usuários?

Não. É uma estimativa de aparelhos em uso. Pessoas e empresas podem ter mais de um dispositivo.

A pesquisa interna representa todos os brasileiros?

Os resultados apresentados descrevem os grupos estudados pela 60 Minutos. A pesquisa on-line ouviu 5.000 participantes em 2026; a distribuição dos reparos veio de uma base separada de 1.000 aparelhos. Não apresentamos esses dados como uma estimativa nacional.

Trocar a bateria pode evitar a compra de outro celular?

Pode prolongar o uso quando o restante do aparelho está em boas condições e a avaliação confirma que a troca é indicada. A decisão depende do estado do telefone e das necessidades do usuário.

Esses números também valem para tablets, smartwatches e óculos inteligentes?

Não automaticamente. Os dados de reparos apresentados aqui se referem a telefones. Outras categorias precisam de informações próprias para avaliar quantidade de usuários, tipos de manutenção e viabilidade do serviço.

Qual foi sua experiência com assistência?

Você já ficou sem celular esperando um conserto? O que pesou mais na escolha da assistência: confiança, prazo, localização ou preço? Conte nos comentários, sem expor dados pessoais, e compartilhe esta matéria com alguém que gosta de tecnologia e negócios.

Quer participar desse mercado?

Conheça o projeto de franquias da 60 Minutos e converse sobre a possibilidade de uma unidade na sua cidade. Acesse a página de franquias pelo botão abaixo ou envie FRANQUIA no direct de @60minutos.mcz.

Conhecer o projeto de franquias

Conteúdo informativo preparado com apoio de IA e referências indicadas. Cada aparelho precisa de avaliação individual.

Comentários

Ainda não há comentários aprovados. Participe.

Deixe seu comentário

Compartilhe sua dúvida sobre esta matéria. Não inclua CPF, telefone, senhas ou número de ordem de serviço. Para acompanhar um conserto, use a Área do Cliente.

Verificando acesso…

Continue a leitura